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No próximo dia 10 de outubro, a partir das 19h30, a Galeria de Arte Zé de Dome abre a exposição intitulada “Colecionando”, reunindo os mais importantes nomes das artes plásticas sergipana. Ao todo serão mais de 60 obras, que estavam fora do mercado de arte por se tratar de um acervo pessoal. A mostra será o momento ideal para encontrar peças assinadas por: Adalto, Antônio Maia, Anselmo Rodrigues, Caã, Eurico Luiz, Ismael Pereira, Jordão de Oliveira, Jenner Augusto, J. Inácio, Leonardo Alencar, José de Dome, José Lima, Felix Mendes, Welligton, J. Lima e esculturas de Willy Valenzuela, entre outros. A Galeria de Arte Zé de Dome está localizada na rua José de Dome, nº 61, bairro Farolândia. Telefone: (079) 99962.6039 Marcelus Fonseca ou (079) Morgana 99998.4848 Morgana vieira.

Segundo Marcelus Fonseca, organizador da exposição e diretor da Galeria Zé de Dome, esta é uma chance ímpar para quem deseja ver de parto os mais importantes autores sergipanos e, também para quem deseja adquirir uma obra valiosa. “Trata-se de uma coleção particular, de uma pessoa que adquiriu as peças durantes anos e agora resolveu vender parte de seu acervo. É uma boa oportunidade para quem deseja montar uma coleção pessoal, pois são peças especiais. São obras de artistas que não estão facilmente no mercado da arte, que não estão expostas em galerias, nem estavam nos catálogos dos marchands que vendem obras de arte no Brasil. Será um momento único”, informou.

De acordo com Marcelus, essas peças formaram época e opinião, onde seus autores se transformaram em renomadas referências para as novas gerações, justamente por reunirem técnicas, servindo de inspiração para o que se é produzido na atualidade. Segundo revelou Marcelus Fonseca, algumas obras fazem parte do sonho de consumo de qualquer colecionador.

grande-181272Não é todo dia que temos obras assinadas por J. Inácio sendo expostas e à venda. Há meses não acontecia uma exposição deste porte em Sergipe, com tantas referências artísticas. Teremos Jenner Augusto, por exemplo, que traz o tema coroinha, fase extremamente rica e de difícil acesso, sendo esta obra uma peça para colecionadores. No caso da obra de José Lima, teremos a fase do retratar das igrejas e das figuras de padres e freiras. Certamente são as obras mais procuradas e desejadas por quem gosta desse tema. Já o Jordão de Oliveira, que foi professor de Belas Artes na Universidade no Rio de Janeiro, ganhador de diversos prêmios enquanto artista, como por exemplo, Honra ao Mérito, também estará presente em nosso acervo. E o artista que dá nome à galeria, Zé de Dome, que marcará presença através de uma obra singular, onde um guarda da década de 70 foi retratado, sendo este um tema que tem uma ótima aceitação pelos amantes das artes plásticas”, pontuou o organizador sobre algumas peças.

Serviços

O quê: Exposição Colecionando.

Onde: Galeria Zé de Dome (José de Dome, nº 61, bairro Farolândia. Telefone: (079) 99962.6039 Marcelus Fonseca ou (079) Morgana 99998.4848 Morgana vieira.

Quando: 10 de outubro, às 19h30.

Autores: Adalto, Antônio Maia, Anselmo Rodrigues, Caã, Eurico Luiz, Ismael Pereira, Jordão de Oliveira, Jenner Augusto, J. Inácio, Leonardo Alencar, José de Dome, José Lima, Felix Mendes, Welligton, J. Lima e esculturas de Willy Valenzuela.

Fonte: assessoria do evento

setembro verde
Em 27 de setembro, celebra-se o Dia Nacional da Doação de Órgãos. E o Brasil tem
motivos para comemorar: a rede pública de transplantes do país é uma das mais organizadas e eficientes do mundo, e o número de doadores cresceu desde que a legislação sobre o tema entrou em vigor, há cerca de 20 anos. Mas ainda é necessário crescer e contar com a ajuda de muitos outros brasileiros.
Você deseja doar? Entenda mais: 

O que é a doação de órgãos?

É o ato de permitir que uma ou mais partes do corpo (órgãos ou tecidos) sejam retiradas de um paciente após a morte dele para que possam ajudar outras pessoas. No caso dos órgãos, o transplante precisa ser feito horas após o falecimento para que o funcionamento no receptor não seja inviabilizado. Em alguns casos, a doação também pode ser feita em vida.

Como ser doador?

O ideal é manifestar a vontade de doar e informá-la à família. Não adianta deixar o desejo expresso por escrito nem um registro — mesmo gravado em vídeo ou declarado em uma rede social, por exemplo. A decisão final é dos familiares: são eles que definirão se e quais órgãos e tecidos serão doados.

Quando a doação é possível?

Não é qualquer tipo de morte que viabiliza a doação. Para que os órgãos possam ser transplantados, é preciso que sejam retirados enquanto o coração ainda bate artificialmente — o que só é possível em casos de morte encefálica, quando todas as funções do cérebro param de maneira completa e irreversível. Essa é a definição legal de morte. Quando cessam todas as funções neurológicas, o organismo é mantido “funcionando” com a ajuda de aparelhos. Como ainda há uma pulsação e o corpo está quente, há dificuldade de os familiares entenderem que aquela pessoa efetivamente está morta, que se trata de uma situação irreversível. E a negativa familiar diante de situações como essa é a principal causa que impede a doação de órgãos. É por isso que, apesar do grande número geral de mortes, a quantidade de possíveis doadores é baixa.

Quem pode e quem não pode doar?

Há critérios de seleção destinados a impedir que órgãos pouco saudáveis sejam utilizados em transplantes. A idade não costuma ser um deles: crianças e idosos podem ser doadores, assim como qualquer pessoa que tenha tido a morte encefálica confirmada. Mas a causa da morte e o tipo sanguíneo do doador, entre outros fatores, ajudam a definir quais partes de um corpo poderão ajudar outras pessoas. No Brasil, só há restrição absoluta à doação de órgãos por parte de pessoas com aids, com doenças infecciosas ativas e com câncer. No entanto, indivíduos com alguma doença transmissível podem doar para pacientes que tenham o mesmo vírus, como no caso das hepatites.

Fonte: www.dc.clicrbs.com.br

Orquestra Sinfônica recebe o Circuito Musica Brasilis

Uma mistura cênica-musical promete marcar o próximo concerto da Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE), que acontecerá na quarta-feira 27 de setembro, às 20h30, no Teatro Tobias Barreto. O espetáculo faz parte do VIII Circuito Musica Brasilis, série em que a música clássica é contextualizada por roteiros teatrais, idealizado e dirigido pela cravista e pesquisadora, Rosana Lanzelotte. A apresentação em Aracaju encerra temporada de 20 apresentações pelo Brasil, trazendo como temática os 250 anos do Pe. José Maurício Nunes Garcia.

Considerado o maior compositor brasileiro do início do século XIX, José Maurício ultrapassou as barreiras raciais e impressionou a todos os europeus com quem conviveu. No programa consta, a primeira obra escrita pelo compositor aos 16 anos – Tota Pulchra es Maria -, o Laudamus Te (Missa Nª Srª da Conceição) e a Abertura em Ré.

Também serão estreadas “Ulissea e Triunfo da América”, as únicas obras não sacras sobreviventes do compositor, recuperadas em Portugal pelo musicólogo Sérgio Dias. A primeira, cujo título é alusivo à cidade de Lisboa, que teria sido fundada por Ulisses, é uma homenagem a D. João. Já o Triunfo da América é comemorativo da vitória frente às tropas napoleônicas em 1809.

As peças serão interpretadas pela Orquestra Sinfônica de Sergipe, com regência do maestro Guilherme Mannis, tendo as sopranos Marília Vargas e Nalini Menezes como solistas. As peças musicais são intercaladas por textos de autoria da curadora do Circuito, Rosana Lanzelotte, narrados pelo ator Andresson Dias, que revive o compositor.

Sessão educativa


A atual edição do Circuito Musica Brasilis tem acentuado foco em ações educacionais. No mesmo dia 27, às 9 horas, estudantes da rede pública de ensino e de projetos sociais voltados à música assistirão ao espetáculo didático, em que poderão interagir com os artistas a respeito do repertório e instrumentos. Ainda dentro da programação o Circuito será realizado, no dia 25 de setembro, às 19h, um encontro de Rosana Lanzelotte com estudantes e docentes da Universidade Federal De Sergipe.

Sobre o Musica Brasilis


Fundado em 2009 pela musicista e Drª em Informática, Rosana Lanzelotte, o Musica Brasilis, instituto sem fins lucrativos, tem como objetivo o resgate e difusão de repertórios brasileiros de todos os tempos e gêneros, em grande parte inacessíveis por falta de edições. Com mais de 15.000 acessos mensais e cerca de 1500 obras de 500 compositores, o portal Musica Brasilis (www.musicabrasilis.org.br) vem se firmando como uma das principais fontes de acesso às partituras de música brasileira. Entre as ações mais importantes estão quatro edições de exposições interativas e sete edições do Circuito Musica Brasilis.


SERVIÇO:
Orsse no VIII Circuito Musica Brasilis

Data: 27 de setembro, quarta-feira

Horário: 20h30

Local: Teatro Tobias Barreto – Av. Tancredo Neves, 2209 – Aracaju (SE)

Ingressos: na bilheteria do Teatro, R$20 (inteira) | R$10 (meia)

Contato: (79) 3179-1490


PROGRAMA:
José Maurício Nunes Garcia – 250 anos

Obras de José Maurício Nunes Garcia:

Laudamus Te (Missa Nª Srª da Conceição)

Abertura em Ré

Ulissea

Triunfo da América

ORSSE – Orquestra Sinfônica de Sergipe

Solistas: Marília Vargas e Nalini Menezes (sopranos)

Regência: Guilherme Mannis

Preparador do Coro Sinfônico da ORSSE: Daniel Freire

Narração: Andresson Dias como José Maurício Nunes Garcia

Fonte e foto: Secult

Secult vai participar da 11 ª Primavera dos Museus

O Sistema Estadual de Museus de Sergipe promove nesta quarta-feira, dia 13 de setembro de 2017, as 9 horas, a abertura da 11 ª Primavera dos Museus. O evento, que este ano traz como tema “Museus e suas Memórias”, será lançado em frente ao Museu Palácio Olímpio Campos, com diversas atividades. Quatro unidade da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), participam da programação.

A Primavera dos Museus é uma iniciativa criada pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), órgão que possui poder absoluto, e acontece todos os anos no mês de Setembro. O IBRAM convida os museus de todo o país a desenvolverem suas programações individuais, voltada para a temática escolhida, que nesta edição está associada à preservação da memória.

No dia 14, o Museu Afro Brasileiro de Sergipe participa da programação com o lançamento da exposição “A Lenda dos Ybeji e o Caruru” que abordará sobre a Festa de origem africana, que acontece todos os anos no dia 27 do mês de setembro. A festa, que homenageia os orixás crianças, vem de uma história de devoção muito antiga, associada aos gêmeos São Cosme e São Damião, santos da Igreja Católica pelo sincretismo.

Também na programação, o Museu de Arte Sacra de Laranjeiras receberá a exposição “Mês Doloroso: Do Cantar ao Vestir”. A mostra abordará sobre a devoção dos laranjeirenses à Senhora das Dores no mês de setembro. Na Casa de Cultura Joao Ribeiro, também em Laranjeiras, acontece a mostra “Memorias de João Ribeiro”, que abre no dia 20 às 9horas.

Já o Museu Histórico de Sergipe, em São Cristóvão, realiza uma atividade no dia 19 de setembro, com uma Roda de Leitura sobre o “Crime da Mata”, dentro do projeto “Dentro da Memória”, que acontece a partir das 14 horas. Outros museus sergipanos também estarão desenvolvendo atividades dentro da Primavera dos Museus.

Programação

Museu de Arte Sagra de Laranjeiras

Mês Doloroso: do Cantar ao Vestir”

Abertura dia 14 /09 às 11H.

Museu Afro Brasileiro de Sergipe:

A Lenda dos Ybeji E o Carurú”-

Abertura dia 14 /09 às 9H.

Casa de Cultura Joao Ribeiro

Memorias de João Ribeiro”

Abertura dia 20 às 9H.

Museu Histórico de Sergipe

Dentro da Memória”

Abertura dia 19/09 às 14h

Fonte e foto: Secult