FASC

Começa hoje e segue até o próximo dia 3, o Festival de Artes de São Cristóvão (FASC) abrangendo uma programação cultural em todas as áreas (música, dança, literatura, audiovisual, artes plásticas, folclore e teatro). Depois de 12 anos de um hiato significativo para o cenário artístico sergipano, o evento retorna para a 34ª edição respaldado pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), além dos apoios do Governo de Sergipe, do Tribunal de Contas do Estado, da Serviços Gráficos de Sergipe (Segrase), Fecomércio, Caixa Econômica Federal, Banese, Jaguar, Viação Progresso, Ministério da Cultura e Ministério do Turismo.

FESTIVAL DE ARTES DE SÃO CRISTÓVÃO

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA:

Dia 30 de novembro (quinta-feira)

Fórum Pensar São Cristóvão 2017 (evento da USF para discutir o cenário cultural sancristovense e estadual), às 14h, no Salão dos Carmelitas, Centro Histórico da sede.
Dia 01 de dezembro (sexta-feira)


Palco João Bebe-Água (Praça São Francisco)  

16h – Encontro de Grupos Folclóricos
18h – Imbuaça
19h – Solenidade Oficial de Abertura e entrega das Medalhas do Mérito Cultural
20h – ORSSE
22h – Mestrinho
23h30 – Chiko Queiroga e Antônio Rogério
01:h – Otto

Palco Frei Santa Cecília (Praça do Carmo) 

17h – Vaca Profana – Grupo de Dança e Performance da UFS
18h – Lucas Campelo
19h30 – Águas de Oxalá (Grupo Mafuá)
20h – All That Jazz (Theniza Melo Companhia de Dança)
21h – Werden & Os Pedestres
22h30 – Cidade Dormitório
00h – Nanã Trio

Salão de Literatura José Augusto Garcez (Biblioteca Lourival Baptista, praça São Francisco)* 

14h às 18h – Feira de Livros da Segrase
14h – Breve histórico sobre José Augusto Garcez com o historiador Silvaney Silva Santos
14h30 – Recital de Poesias de José Augusto Garcez
15h – Duo de violão e flauta, com Diego Lima
15h40 – Performance teatral “Vida de Pescador”, com estudantes do Colégio Estadual Pe. Gaspar Lourenço
16h – Bate-papo com Jucimara Contreiras (vencedora da Olimpíada da Língua Portuguesa 2016)
17h – Lançamento de livros de autores sergipanos
*Sorteio de dez livros entre os visitantes do Salão (Oferecimento da UFS)

                
Roteiro de Igrejas – Poeta João Freire Ribeiro

Igreja Nossa Senhora da vitória – Praça da Matriz    

20h – Coral da Unimed
20h30 – Coral do IBGE
21h – Coral Canta Vozes

Igreja Nossa Senhora do Amparo (rua Messias Prado)

19h – Camerata de Violões
20h – Canto Lírico (Conservatório de Música)
20h30 – Canto Popular (Conservatório de Música)

Cortejos – Caminhos de Mestre Rindú*

08h – Banca Filarmônica do Corpo de Bombeiros
15h30 – Banda Filarmônica da PM
17h – Grupos Folclóricos: Reisado Senhor dos Passos, Samba de Coco da Paz, Caceteiras de São Cristóvão, Samba de Parêa de Laranjeira, Banda de Pífano de Aracaju.*

Cine Trianon (Praça da Matriz)

17h – Mostra Curta-SE Festivalzinho
17h30 – Brado Retumbante
18h – Operação Cajueiro
18h30 – Mesa Vermelha
19h47 – Cine Debate

Teatro Mariano Antônio (Colégio Elic)*

19h – Gali: em busca da natureza perdida (Triopulante)
20h30 – Dom caixote: uma viagem pelo imaginário popular (Coletivo Teatro Mala)

Salão de Artes Visuais Jenner Augusto (Casa Paroquial – Praça da Matriz)

Artistas: Paulo Sérgio Cronos, Fabio Sampaio, Márcio Garcez, Thiago Campelo, Beto Ribeiro, Marcelo Roque, Claudia Nên, Buga, Nivaldo Oliveira, Coletivo Rever, Crec Leão e Anderson Camilo.   

         
Salão de Artes Visuais Vesta Vianna (Vigário Barroso – Praça da Matriz)  

Artistas: Mozart Daltro, Ricardo Lins, Nelson Pastor, Jorge Luiz Barros e Rubens Maia.  

14h – Abertura com pintura ao vivo – trabalho de Ricardo Lins. 

     
Exposições

Museu de Sergipe

Exposição Museu do Homem Sergipano
Exposição 100 anos do Cultart
Exposição Fasc em Cartaz
Exposição Centenário de Aracaju, de Waldemar Lima
Um sergipano na Belle Époque, Cândido Aragônez de Farias

Oficinas

14h às 17h – Aplicação de exercícios corretivos na Praça São Francisco (todos os dias)

17h30 às 22h30 – Observatório Astronômico na Praça da Bíblia (todos os dias)

    
Hackaton Carmelita (profissionais de computação, estudantes, representante da prefeitura e moradores)

O Campus Party objetiva desenvolver soluções, por meio de aplicativos e softwares, para demandas dos moradores nas áreas de Desenvolvimento, Educação, Gerenciamentos de Riscos, Gestão Ambiental, Gestão de Informação, Infraestrutura, Saúde, Segurança, Trabalho e Geração de Renda, Turismo e Cultura, no Paço Municipal (de 30/11 a 3/12).

Dia 02 de dezembro (sábado)

Palco João Bebe-Água (Praça São Francisco) 

16h30 – Alma de Artista (Nelson Santos Cia de Dança)
17h – Olé! (Espaço Forma Escola de Dança)
18h – Mamulengo de Cheiroso
19h – Patrícia Polayne
20h30 – Os Filhos dos Caras
22h30 – Margareth Menezes
00h – Joésia Ramos

Palco Frei Santa Cecília (Praça do Carmo)

16h – Brinquedolê
17h15 – Se tu ‘consegue’ mexer, consegue dançar  – Grupo de Dança Free Step
17h30 – Extase – Escola de Dança Rick Di Karllo
18h30 – Kleber Melo
20h – Heitor Mendonça
21h30 – Plástico Lunar
23h – Mestre Madruguinha
00h30 – Reação

Salão de Literatura José Augusto Garcez (Biblioteca Lourival Baptista, na Praça São Francisco)*

14h às 18h – Feira de Livros da Editora UFS (R$10 cada livro)

14h – Pintura ao vivo com artista plástico Ricardo Lins
14h às 18h – Feira de Livros da Segrase
14h – Oficina de História em Quadrinhos, com André Comanche
15 – Lucas Jamaica (saxofone)
16h – Contação de Lendas de São Cristóvão    com a ASCLE
18h – Sorteio de dez livros entre os visitantes do Salão (oferecimento da UFS)

Salão de Artes Visuais Vesta Vianna (Vigário Barroso – Praça da Matriz)  

14h – Sarapatel filosófico “Pensar Visceralmente”, com o tema: Felicidade Intervenções Poéticas e Musicais

Roteiro de Igrejas (Poeta João Freire Ribeiro)  

Igreja Nossa Senhora da Vitória (na Praça da Matriz)

16h – Filarmônica Luis Ferreira Gomes (Rosário do Catete)
17h – Filarmônica de Japaratuba
18h – Filarmônica de Siriri
20h – Coral Vozes da Vitória
20h30 – Coral Sindvoz
21h – Coral Vox Populi
21h30 – Coral Leozírio Guimarães
22h – Coral Harmonia da Embrapa e Codevasf

Igreja Nossa Senhora do Amparo (rua Messias Prado)

16h – Filarmônica Sancristovense
17h – Renantique
18h – Filarmônica de Capela
19h – Filarmônica de Maruim
19h30 – Essemble de Saxfone do Conservatório de Música

Cortejos – Caminhos de Mestre Rindú  

10h – Cacumbi
11h – Pisa Pólvora de Estância
15h – Reisado da Paz
15h30 – Afoxé di Preto
16h – Reisado de São Cristóvão
17h – Parafusos

Cine Trianon (na Praça da Matriz)

17h – As Aventuras de Seu Euclides
17h45 – Indonnu
18h – Contagem Regressiva
19h40 – Cine Debate

Teatro Mariano Antônio (Colégio Elic)    

18:00 – Senhora dos Restos (Dicuri Produções)
19:30 – Máscaras (Teatro Erukerê)
20:30 – Os Tambores de Brecht (Cia de Teatro UFS)

Exposições

Museu de Sergipe 
Exposição Museu do Homem Sergipano
Exposição 100 anos do Cultart
Exposição Fasc em Cartaz
Exposição Centenário de Aracaju (Waldemar Lima)
Um sergipano na Belle Époque (Cândido Aragônez de Farias)

Museu de Arte Sacra

Exposição Figure-se (Gladston Barroso)
8h às 16h – Workshop Tapetes Vocacionais (gratuito)

Casa do IPHAN

Exposição Sombras e Cores de Luiz Mangueira (dias 02 e 03 de dezembro)

Espaço D’Época (rua Messias Prado 116)

19h – Exposição Emblemáticos (Beto Ribeiro)
19h – Renantique

 

Oficinas

9h – Mesa Sergipanidade no CRAS do Carmo

16h – Sábado Negro – Capoeira na Praça São Francisco

Dia 03 de dezembro (domingo)

Palco João Bebe-Água (Praça São Francisco)
16h – Um novo mundo (Grupo de Dança Nova Era 30′)
16h30 – Coletivo Afro de Sergipe Ginká
17h30 – Os Cavaleiros da Triste Figura (Boca de Cena)
18h30 – Sanfônica
20h – Lacertae
21h30 – The Baggios
23h30 – Nação Zumbi
                
Palco Frei Santa Cecília (Praça do Carmo)    

14h30 – Chamem todas as Marias (Grupo de Dança Aldeia Mangue)
15h – Crística – sobre os Mitos do Sangrado Feminino – Paula Amado
16h – Ferdinando Blues Trio e Mateus Santana
17h30 – Naurêa
19h – Trem do Samba (com Marquinhos de Oswaldo Cruz e Tia Surica da Portela)
21h – Os Tabaréus
23h – Zé Tramela

Salão de Literatura José Augusto Garcez (Biblioteca Lourival Baptista, na Praça São Francisco)

Abertura com resultado dos trabalhos realizados por Ricardo Lins  

14h às 18h – Feira de Livros da Segrase
14h – Roda de conversa Izabel Nascimento (presidente da Academia Sergipana de Cordel)

15h – Oficina de Xilogravura de capa de cordel para cordelistas (Nivaldo Oliveira)
16h – Varal Poético com Alda Cruz
18h – Sorteio de dez livros entre os visitantes do Salão (Oferecimento da UFS)

Salão de Artes Visuais Vesta Vianna (Vigário Barroso – Praça da Matriz)

14h – Roda de Conversa sobre Arte em São Cristóvão – influência do FASC e contribuições para os artistas locais

Roteiro de igrejas (Poeta João Freire Ribeiro)

Igreja Nossa Senhora da Vitória (Praça da Matriz) 

15h – Banda Popular Filarmônica de Lagarto
15h30 – Filarmônica de Laranjeiras
16h – O Corcunda de Notre Dame (Cia de Artes Tetê Nahas)
20h – Coral Jesus Gonçalves

Cortejos (Caminhos de Mestre Rindú)

10h – Samba de Coco do Mosqueiro
11h – Batalhão de Bacamarteiros de Carmópolis
15h – Burundanga
15h30 – Carimbó Coqueiros
16h30 – Taieira de São Cristóvão

Cine Trianon (Praça da Matriz)

17h – Mostra Curta-SE Festivalzinho
17h30 – O Arquivo de Ivan
17h45 – Hotel Palace
18h15 – A fina Malha do Tempo
18h30 – Um Operário do Cinema
18h45 – Doce Exílio
19h – Madona e a Cidade Paraíso

Teatro Mariano Antônio (Colégio Elic)

17h30 – Vulcão – Grupo Caixa Cênica
19h – De que lado você está – Cia de Teatro Pro Cena
20h – Presentemente eu posso me considerar um sujeito de sorte (base poética Belchior) – Dep. Teatro UFS.

Exposições

Museu de Sergipe

Exposição Museu do Homem Sergipano
Exposição 100 anos do Cultart
Exposição FASC em Cartaz
Exposição Centenário de Aracaju, de Waldemar Lima
Um sergipano na Belle Époque, Candido Aragonez de Farias

Museu de Arte Sacra

Exposição Figure-se (Gladston Barroso)

Espaço D’Época (rua Messias Prado 116)

Exposição Emblemáticos (autor: Beto Ribeiro)

Saudosismo. Essa é uma das marcas das obras do artista sergipano Tintiliano. Com 32 anos ele já coleciona diversas obras, que se destacam por retratar a arquitetura antiga e o sentimento interiorano que ele carrega por ter nascido em Propriá, local onde desenvolveu seu dom nos seus primeiros anos de trabalho.

Tintiliano começou a se relacionar com a arte com idade entre 5 e 6 anos, ajudando a avó que produzia artesanato, e apesar de ter se mudado para Aracaju nessa mesma época, devido ao falecimento da avó, nunca deixou de lado a sua cidade natal.

“Mantive a relação com Propriá, e sempre voltava para lá. Acho que, na verdade, a minha escola foi esta cidade. Lá eu saia com meu cavalete e pintava na rua, as pessoas me conheciam e às vezes alguém ia lá e me dava um copo de leite”, relembra Tintiliano, acrescentando que os resquícios coloniais de Propriá sempre atraíram a sua atenção.

Ainda sobre as lembranças da infância e da pré-adolescência, o artista conta que nunca recebeu apoio da família e que já chegou a furtar tintas para poder pintar. “Para comprar material era difícil. Pintava no fundo de casa, montava meu próprio material, pegava caixote de uva para pintar, tinha que fazer mistura para a tinta render e negociava com as pessoas para conseguir trabalho. Meu começo foi muito difícil. As pessoas não me levavam a sério”, recorda.

A respeito da paixão por projetos arquitetônicos antigos, o artista é enfático e alega que o passado lhe atrai mais que o presente. “Se Deus me desse a oportunidade de ter 50 minutos para olhar qualquer período de tempo, não queria saber do futuro e escolheria voltar ao passado”, revela.

Amadurecimento

Sobre o seu amadurecimento enquanto artista, Tintiliano comenta que é autodidata e aprendeu errando. Ele alega que a sua entrada na universidade foi um ‘divisor de águas’ e defende que não é refém de nenhuma técnica, e ainda que o tipo de tinta e de pincel empregados são apenas ferramentas que utiliza para se comunicar com o público.

Tintiliano utilizava, até o ano de 2010, óleo para pintar. Porém, por conta de uma tuberculose, iniciada pelos danos causados pelo produto nocivo, foi proibido de trabalhar com isso e passou a usar muito a aquarela.

“Tem dois anos que uso muita tinta à base de água e me aprimorei mais na técnica. Utilizava o óleo porque era o produto que menos muda suas cores originais. Quanto à aquarela, esta foi um refúgio para a minha saúde. Hoje sou aquarelista por acidente e tive que me readaptar”, comenta Tintiliano.

Influências

Influenciado pelo impressionismo espanhol, o artista destaca ainda que estuda muito a arte de Joaquín Sorolla, e de artistas sergipanos, a exemplo de Florival Santos, Jordão de Oliveira, e do artista plástico radicado em Sergipe Eurico Luiz.

“Não sou uma cópia fiel do impressionismo, e nunca pensei em pisar no campo do abstrato, pois isto não me emociona. O espaço e o conjunto arquitetônico são o que me interessa”, destaca.

Trabalhos

Chamado para fazer diversos trabalhos e para levar sua arte para outros Estados, Tintiliano conta que já ministrou cursos e oficinas, desenvolveu obras para calendários, dentre eles um que retratou as mulheres que trabalhavam no mercado municipal de Aracaju. Ele conta que já pintou também alguns afrescos, ilustrou livros e que além de pinturas sobre tela, produz gravuras em azulejo.

Fonte: Infonet

Com uma sonoridade cada vez mais original fruto da fusão entre o Nyahbing e o Dub proporcionando o dialogo entre o Blues e o Maracatu, a banda Ato Libertário formada no inicio de 2011 na cidade de Aracaju/SE vem consolidando seu nome no cenário musical se destacando pela autenticidade de seus arranjos fincados no Reggae de Raiz jamaicano aberto as influencias da nossa riquíssima musica brasileira com uma pitada de improvisação tornando cada apresentação um momento único para o publico.

Em 2012 a banda lançou seu primeiro disco de forma totalmente independente intitulado “PRA QUEM VIVE“. O álbum foi mixado por Max Nascimento e contou com a participação especial de Luiz de Assis da banda Vibrações, esse trabalho foi fundamental para dar visibilidade a banda que a cada apresentação foi cativando seu publico cada vez mais e abrindo portas para eventos maiores como o Projeto verão 2012 e o Verão Sergipe 2013 em que dividiu o palco com Gilberto Gil.

Após dois anos do lançamento do primeiro disco a banda acaba de lançar o seu segundo trabalho intitulado “LENHA NA FOGUEIRA” também mixado por Max Nascimento e conta com as participações do Poeta Mauri de Noronha, Thiago Ruas e VJ Rasta. Em 2014 a banda começou uma nova fase rompendo fronteiras, levando seu som para outros estados do nordeste como Ceará, Rio Grande do Norte e Alagoas, obtendo uma boa aceitação por parte do publico além de cidades do interior de Sergipe.

Com mensagens de alerta, transformação cultural e revolução espiritual a banda Ato Libertário segue seu caminho fazendo da musica seu veiculo de transmissão de ideias frente as ilusões impostas pela grande mídia, unindo musicalidade e informação em letras e arranjos que expressam da forma mais verdadeira a real essência do grupo.

Márcio José Garcez Vieira – Nasceu em Aracaju (SE), em 14 de setembro de 1970. Graduado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Sergipe, foi presidente da Associação Sergipana dos Amigos da Fotografia, tendo realizado a VI Semana Sergipana de Fotografia, em 1997. Vencedor IV Expocom / Intercom 97 na categoria fotografia artística com o trabalho ‘Ruídos’. 

É membro da comissão de Fiscalização e Registro do Sindicato dos Jornalistas de Sergipe, ex-diretor de Comunicação e Eventos da Associação Profissional dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos de Sergipe. Foi eleito o Fotógrafo do Ano, pelo Jornal O Capital, em 1998, e pela Revista Aracaju Magazine, em 2004. Também foi vencedor do 20º Concurso Nacional deFotografia Cidade Santa Maria (RS). Teve trabalho selecionado na 2ª Bienal da Une – ‘A Caminho da Luz’ e nas três versões do concurso de fotografias do Festival de Inverno de Bonito (MS). Em 2005 foi contemplado pelo BNB de Cultura com o projeto ‘Senhor dos Passos em Todos os Passos’, catálogo fotográfico. 

Em 2007 foi ganhador do 32º Prêmio Abril de Jornalismo, na categoria Educação.  É parceiro da FolhaPress (Agência de Notícias e Imagens do grupo Folha de São Paulo). Entre maio e setembro 2007, foi responsável pela documentação fotográfica das unidades e projetos da Petrobras Unidade Sergipe-Alagoas para criação do primeiro banco de imagem da unidade  e confecção de painéis para a sede da Petrobras/SE. Foi prestador de serviço da Prefeitura de Aracaju. 

Em março deste ano, expôs fotos de caráter religioso na V Semana Cultural de Santa Teresa, no Rio de Janeiro (RJ). Tem como cliente também  a Votorantim Cimentos(São Paulo), Cimesa(SE), Editora Abril (Diversas Revistas – São Paulo), Folha de São Paulo (São Paulo), Petrobras(Sergipe), Banese, Secretaria de Estado da Saúde (Sergipe), Prefeitura Municipal de Aracaju, Companhia das Letras (São Paulo), Editora Trip (São Paulo), Jornal Valor Econômico (São Paulo) e Grupo Samam (Sergipe). 

Este ano Márcio Garcez também recebeu o prêmio do jornal O Capital, na categoria fotografia; participou da exposição coletiva ‘Moradias’, que aconteceu na Pinacoteca do Palácio Museu Olímpio Campo; fez a cobertura da campanha eleitoral do candidato a deputado federal Rogério Carvalho e trabalhou na co-autoria do livro ‘Sergipe em Imagens’.